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Essa característica empreendedora, que ainda hoje é considerada por muitos como incompatível com o serviço público, visão amparada pela maior predileção por seu desenvolvimento no ramo empresarial, apesar de atuar na maioria das vezes de forma indireta, tem trazido resultados significativos em diversas instituições públicas.

A seleção por competências surge da necessidade em se buscar vantagens competitivas em relação as demais organizações, culminando na escolha de um quadro de pessoal condizente com as exigências do contexto mercadológico de cada setor.

Ouvi a frase acima durante uma conversa em um evento sobre inovação com foco em governo quando disse que a minha palestra seria sobre o uso do design thinking em um projeto do órgão público onde eu trabalho. Motivados pela surpresa da pessoa, que trabalhava na iniciativa privada, outras pessoas também se manifestaram dizendo que também usavam a abordagem em seus órgãos públicos e empresas públicas. Isto foi em 2018. 

Desafios e perspectivas dos alunos e egressos do Campo de Públicas

Silêncio. Momento de escuta. Quietude interna e externa para aumentar o grau de autopercepção. Momento de autorreconhecimento e autocuidado. Parada estratégica para repor as energias, colocar os pensamentos em ordem, identificar, acolher e ressignificar sentimentos. Perceber como está o corpo, fazer um alongamento e uma respiração profunda. Permitir-se um breve retrospecto das últimas 24 horas, avaliar o que funcionou e as oportunidades de melhoria, identificar em que momentos do dia a disposição esteve no auge. Ações que podem ser realizadas em menos de cinco minutos e que, com o tempo, nos conecta com a nossa essência, com nosso eu mais profundo e criativo, onde encontramos as respostas para as perguntas mais relevantes da nossa vida e onde nos fortalecemos. 

Desde 2018 tenho pensado em respostas para essa pergunta. Não que seja possível encontrar uma ou duas respostas objetivas para o tema. Pelo contrário, nesse caso é importante dar lugar a experimentação, ao desconhecido, aos erros e aos aprendizados que se sobrepõe a cada experiência.

E do mestre, quem cuida?

Publicado em 15/10/2020 02:04

É imprescindível cuidar dos professores se queremos uma educação de qualidade. Não trata-se de vitimizar os profissionais de educação, tampouco romantizar a profissão, na verdade, achamos necessário reconhecer os desafios que envolvem as professoras e professores e, principalmente, ter coragem para enfrentá-los, de forma efetiva e, sobretudo, com foco nas pessoas - que são as maiores responsáveis pelas transformações que acreditamos para a educação pública.

A crise apresenta desafios em evolução e ainda imprevisíveis, tornando arriscado qualquer prognóstico das consequências econômicas, sanitárias, sociais e políticas, local e globalmente. Desafia também um dos pressupostos elementares do fenômeno democrático, como fundamentado por Hans Kelsen: a igualdade. Como as evidências já mostram, a pandemia não afeta a todos igualmente – sendo os maiores impactos nas mulheres – e ameaça comprometer os avanços por elas conquistados.

A República.org acredita que governos importam. E que para transformarmos o Estado brasileiro é preciso começar por reconhecer e motivar as pessoas que nele trabalham.

Há 35 anos, a Assembleia Geral das Nações Unidas, através da Resolução nº 40/202, aprovou a criação do Dia Mundial do Habitat, a ser “comemorado” anualmente na primeira segunda-feira do mês de outubro. A ideia da criação da data se pautou na necessidade de que o mundo refletisse sobre o estado das cidades, do direito humano à moradia adequada e sobre a responsabilidade coletiva sobre o habitat das gerações futuras. Mudanças profundas ocorreram desde então, como o fim do bloco soviético, a ascensão da China como segunda economia global, o avanço da globalização e do processo de urbanização, resultando hoje em 55% da população mundial morando em cidades.

Eu, profissional público negro

Publicado em 20/07/2020 03:12

Nunca foi tão essencial, imprescindível e contemporâneo falar em antirracismo e isso, certamente nos remete a Nelson Mandela, que representa a imagem concreta de luta por justiça em um ambiente de extrema intolerância que vitimou milhões de negros na África do Sul.

No mês do Orgulho LGBT+, gestores públicos destacam a importância de uma gestão de pessoas preparada para acolher membros da diversa comunidade.

A diversidade e a inclusão no ambiente de trabalho têm sido pautas cada vez mais discutidas, principalmente no setor privado. Mais de 50% das grandes empresas e organizações (+1000 funcionários), em todo o mundo, possuem um grupo ou comitê interno de diversidade.

A luta e a vivência da comunidade LGBTQ+ já estão consolidadas e pautadas pela tomada de direitos básicos. E um desses direitos é a oportunidade de ter um trabalho digno que possa proporcionar a liberdade para ser quem se é e causar impacto de forma virtuosa.   Visando aprofundar nessa temática, foram convidados três jovens líderes da comunidade LGBTQ+ que estiveram ou ainda estão atuando na gestão pública, realizando impacto positivo no nosso dia a dia com a implementação de políticas públicas relevantes.

Enfermeira e profissional pública da Secretaria Estadual do Rio de Janeiro conta sobre seu trabalho durante do COVID-19 e, neste Ano Internacional da Enfermagem, pede mais valorização dos profissionais de enfermagem

Com o objetivo de fortalecer a discussão sobre o protagonismo dos profissionais públicos na agenda de inovação governamental a Republica.org, o Instituto Arapyaú e a RAPS - Rede de Ação Política pela Sustentabilidade se juntaram e vão, durante o mês de julho, promover  a série "Capacidades para inovação em governos: ações para o presente e diálogos para o futuro" . A série de conversas virtuais vai conectar profissionais e especialistas nos temas, a fim de fortalecer saberes e práticas para soluções e desafios do setor público.

Para Aline, ser mulher líder na gestão pública é: "buscar força nas mulheres que nos cercam, aprendendo com as mais experientes e inspirando as mais jovens a não desistirem jamais, apesar de todo esforço extra a que somos submetidas, para que possamos atender com a maior dedicação possível, as demandas da sociedade."

Angélica Kely de Abreu é advogada, pesquisadora sobre políticas públicas de igualdade racial, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito da Universidade Federal Fluminense e trouxe as perspectivas de ser mulher líder no serviço público

Conheçam Camila Penido, gestora pública e coordenadora de um departamento do Governo Federal. Ainda celebrando o mês da mulher, Camila trouxe, neste artigo, os principais desafios enfrentados por ela, e por boa parte de mulheres líderes dentro do setor público.

Duas datas importantes marcam o mês de março: o Dia Internacional da Mulher e o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. A profissional pública Monalyza Alves, neste artigo, aborda a situação da mulher negra brasileira no serviço público.

Neste mês de março em que, mundialmente, celebra-se os avanços e conquistas das mulheres, convidamos algumas gestoras públicas brasileiras para responder a seguinte pergunta: Como é ser uma liderança feminina no setor público?

Neste mês de março em que, mundialmente, celebra-se os avanços e conquistas das mulheres, convidamos algumas gestoras públicas brasileiras para responder a seguinte pergunta: Como é ser uma liderança feminina no setor público?

Profissionais públicos do programa de liderança da Prefeitura do Rio, Líderes Cariocas, contam sua relação como moradores e funcionários da cidade.o

Em parceria com a Escola de Gestão e Políticas Públicas (EGPP) se realizará o Ciclo Internacional de Práticas em Gestão Pública, com objetivo principal de investir no desenvolvimento de competências com foco na gestão pública.

No dia 04 de fevereiro será lançada a sensível Pessoas Públicas, websérie com foco nas histórias de profissionais públicos brasileiros.  Em um cenário de desesperanças e estigmas relacionados ao serviço público no Brasil  o diretor, Luís Gustavo Ferraz, conta 12 histórias de profissionais fluminenses inspiradores, que revelam um serviço público para além dos estereótipos.

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