Como diferentes países avaliam o desempenho de seus servidores públicos?
O que funciona bem?
O que gera distorções?
E o que o Brasil pode aprender com essas experiências?
Este levantamento, elaborado por Rafael Leite, pesquisador associado ao centro de estudos New South Institute, a pedido da República.org, apresenta uma análise comparativa detalhada de seis países: Portugal, Uruguai, Chile, Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido.
São modelos variados, com acertos e limitações, mas todos oferecem pistas sobre como construir sistemas de avaliação mais justos, estratégicos e focados em melhorar a qualidade dos serviços e das políticas públicas.
Você vai encontrar no material:
- como cada país combina metas e competências para avaliar servidores;
- como cada país trata a questão de feedbacks entre servidor e chefia;
- quais são as estratégias utilizadas para avaliações justas e ponderadas;
- o que pode ou não levar à demissão por baixo desempenho (spoiler: raramente acontece);
- como diferentes legislações equilibram autonomia, controle e proteção institucional.
Uma curiosidade?
No Reino Unido, muitos órgãos deixaram de usar notas e passaram a priorizar conversas regulares entre chefias e equipes. Já em Portugal, mesmo com metas mais objetivas e focadas em entregas, só até 10% dos servidores podem receber a nota máxima.
Se você se interessa por gestão de pessoas no setor público, inovação no Estado ou valorização do serviço público, este estudo é leitura essencial.